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A marca que surgiu para suprir um público sem atenção: mulheres evangélicas
Postado por Claudio Nasajon em Sem categoria em November 8, 2010
Busque um nicho de mercado para poder alcançar a liderança junto a um público específico. Veja o caso da marca Joyaly, que vende roupas para mulheres evangélicas.
Percebendo que esse público não recebia muita atenção, a empresária Aurea Flores criou a Joyaly e começou a produzir saias jeans para vender para franqueadoras da igreja. Só que a necessidade das clientes era tanta que elas batiam na porta da casa dela para comprar.
Com o sucesso cada vez maior, a Joyaly transformou a marca em uma grife, buscando alterar o estereótipo do cabelo preso, saia comprida e blusinha sem graça para o de mulheres com estilo.
Pra isso, a empresária contratou uma profissional que viaja duas vezes ao ano para fora em busca das tendências da moda. Depois, de volta ao Brasil, ela adapta os modelos para o segmento evangélico.
Hoje, a marca não produz apenas para suprir uma carência, ela cria tendências de moda e realiza os desejos das clientes, que ficam felizes de poder usar roupas adequadas à sua religião, mas ao mesmo tempo fashion.
E você? Já achou um nicho onde possa tornar-se líder?
Sempre há caminhos inexplorados
Postado por Claudio Nasajon em Inovação, mercado, Público-alvo em April 5, 2010
Olá! Veja como sempre há caminhos inexplorados, mesmo quando parece que um determinado setor já esgotou toda as novas ideias.
Muitas pessoas sonham em vestir uma roupa de grife, daquelas que as modelos desfilam nas passarelas, só que essas roupas são muito caras e fica difícil comprar, não é? É. Mas lá nos Estados Unidos, esse sonho agora pode ser realizado pela classe média. Uma loja de Nova Iorque chamada “Rent a Runway”, que em português significa “Alugue a passarela”, passou a alugar vestidos de grife de marcas famosas por um preço bastante acessível.
Para conseguir um vestido, por exemplo, é só ficar de olho na coleção e marcar uma data de entrega. A loja envia a peça solicitada e ainda um segundo vestido, com um tamanho maior só para garantir que vai servir.
O custo do aluguel varia de 50 a 200 dólares e caso a pessoa queira outra opção de roupa, ou precise usar dois vestidos no mesmo dia, paga apenas 25 dólares a mais. Preço mais do que justo, se considerarmos que comprar essa mesma peça pode sair de dez a vinte vezes esse valor.
Será que esse negócio não daria certo por aqui? Atenção empresários de moda, fiquem ligados!
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