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Oriente seus vendedores a deixar os clientes à vontade

Hoje vou dar uma dica para os empresários que possuem estabelecimentos de venda. Oriente seus vendedores a usar perguntas mais abertas e principalmente deixar os clientes à vontade.

Digo isso, porque esses dias mesmo, uma conhecida estava reclamando que chegou em uma loja de roupas com a intenção de comprar um vestido. Mas ela disse que a vendedora foi tão invasiva e chata que desistiu.

Então, minha recomendação é que a abordagem de seus vendedores seja leve, uma simples apresentação e perguntas como: “O que você está procurando?”, “Qual é a faixa de preço”. E nada de empurrar mil peças de roupas, ou bater na cabine do provador perguntando: Tá tudo bem aí? Posso ver como ficou?

Fazendo perguntas abertas e deixando seu cliente à vontade, você cria um clima descontraído e sem pressão. Com o tempo, isso atrai um fluxo maior de clientes – e consequentemente – aumenta as suas vendas.

Você concorda? Sim? Não?

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A busca pelo lucro não impede que você ajude a comunidade

Existem formas de ajudar a sociedade e ao mesmo tempo promover seu produto. Lógico que todo empresário busca o lucro em seu negócio. Mas esse pensamento principal, não impede que ele também possa ajudar.

Aliás, uma loja de sapatos de São Paulo teve uma excelente ideia de ajudar aos mais pobres e ao mesmo tempo montar um modelo de negócios diferente. A marca iniciante de calçados Um por Um deixou a proposta de doar, a cada par comprado, outro para uma entidade que cuida de jovens carentes. A estratégia é possível, porque a empresa tem fábrica própria. E o melhor, os consumidores não pagam mais por ajudar. É só comprar um sapato e ter a certeza de que algum jovem carente ganhará um também.

Os preços variam entre 70 e 110 reais. E desde julho do ano passado, até agora, eles já doaram mais de 260 mil pares de sapatos. E pelo visto, isso é só o começo!

E você? Está praticando responsabilidade social?

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Você está cuidando do tratamento ao seu cliente?

Todo empresário conhece a importância da satisfação do cliente. Agradar o consumidor antes de tudo, cliente tem sempre razão, nossa missão é servir e muitos outros clichês como esses já fazem parte da cultura popular dos empresários que reconhecem no CLIENTE a fonte de seus recursos financeiros.

O problema é que normalmente não são os donos que atendem os clientes.

Esses dias, minha funcionária estava contando que comprou três sapatos em uma loja, e que um deles ela usou em casa por cerca de 15 minutos antes de perceber que estava apertado. Então ela foi  trocar. Só que em uma situação constrangedora, no meio da loja, o gerente não permitiu a troca, porque ela havia usado por 15 minutos.

Aí eu pergunto: qual foi o resultado? Perdeu a cliente pra sempre. Veja: não estou entrando no mérito de se o gerente estava certo ou errado, ou se o cliente estava certo ou errado. O fato é que por causa de um sapato que poderia ser usado para colocar na vitrine, poderia ser trocado na loja ou até vendido com desconto por ter sido usado 15 minutos, a loja perdeu uma cliente que comprava sapatos todos os meses. Quem perdeu mais?

Por isso, tenha bom senso. Lógico que se ela tivesse comprado o sapato há meses, ou usado várias vezes, ficaria inviável trocar. E mesmo assim, o gerente deveria tratar a situação com muita delicadeza para evitar constrangimentos e tentar reter o cliente.

E você? Está cuidando do tratamento aos seus clientes? Comente com a gente!

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