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Consertando pequenos erros você aumento a produtividade

Olá! Você presta atenção nas principais falhas de sua empresa? Mesmo que sejam pequenas, vale a pena tentar consertá-las, porque o resultado pode ser bem lucrativo.
Foi o que fez a empresa paranaense Loriella, por exemplo. No mercado há quatro anos, a empresa fabrica pães de alho pré-assados, servidos, principalmente, em churrascos. Por ser um pão úmido, o produto estragava rapidamente e as perdas da empresa chegavam a 15% da produção.

Para reverter essa situação, a Loriella adotou medidas bem simples. Passou a incluir boas práticas de fabricação como orientar os funcionários sobre higienização das mãos e da bancada onde manipulam os alimentos ou incentivar cuidados com a embalagem do produto. Essas pequenas ações reduziram as perdas em 8%, diminuição significativa em uma produção de 60 mil pacotes por mês.

Por isso, minha recomendação é você estar atento às falhas e procurar formas de revertê-las. Dessa forma, você diminui os riscos e aumenta a produtividade de sua empresa.

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Você pode encontrar o sucesso até vendendo cafezinho


Olá! Quem disse que servir cafezinho não dá futuro, provavelmente nunca foi à Starbucks.

A Starbucks é sempre associada às iniciativas mais fascinantes de marketing, incluindo sustentabilidade e gestão de marca.

E por que faz tanto sucesso? Porque apesar do preço ser mais alto que o da concorrência, os clientes valorizam a qualidade do café e suas variações deliciosas. A marca mirou no seu público-alvo e foi em frente, funcionando também como uma estação de trabalho aberta, onde é possível chegar com um computador, conectar-se à internet e trabalhar confortavelmente o dia todo sem pagar um centavo a mais por isso.

Quem diria? Oferecer Internet de graça para vender café….

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Ideias esquisitas podem ser brilhantes estratégias de marketing


Olá! Você comeria um sanduíche de carne vendido por uma lanchonete móvel? E se essa lanchonete fosse uma espécie de ônibus em formato de porco?

Pode parecer loucura, mas o porco ambulante está formando filas gigantescas nos Estados Unidos. Pois é, a lanchonete chamada Maximus Minimus funciona da seguinte forma: ela se movimenta por Seattle, nos EUA, e assim que encontra um quarteirão muito movimentado, ela estaciona e deixa as pessoas alucinadas e loucas pelo sanduíche.

Apesar dessa ação ser pra lá de maluca, está dando super certo e os donos estão faturando horrores. Isso leva a gente a pensar que talvez seja uma boa prática NÃO DESCARTAR IDEIAS QUE PAREÇAM ESQUISITAS OU EXAGERADAS. Muitas vezes são elas que dão início a uma brilhante estratégia de marketing.

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Estratégias de marketing bem sucedidas podem entrar para a história

Olá! Uma ação de marketing bem sucedida pode lançar modas eternas e até mudar o rumo da história.

Aliás, foi justamente uma dessas ações que fez do dia 12 de junho, o dia dos namorados. A história é mais ou menos assim: em 1953, a extinta rede de lojas Clipper encomendou ao publicitário João Dória uma campanha para melhorar os resultados no mês de junho, porque era quando o varejo tinha o pior índice de vendas.

Para acabar com o problema, ele se inspirou no Valentine´s Day, que é o Dia dos Namorados em muitos países do norte, comemorado em fevereiro, e lançou uma campanha romântica. O conceito era “Não é só de beijos que se prova o amor” e incentivou os casais a se presentearem. O dia 12 foi escolhido por ser véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

Desde então, o Dia dos Namorados se tornou a terceira data comemorativa em volume de vendas – perdendo apenas para o Natal e o Dia das Mães – e a primeira para muitos prestadores de serviço, como restaurantes e motéis.

Viu o resultado de uma boa campanha? Ela caiu na cultura popular brasileira, com resultados que já duram quase 60 anos.

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Seu produto mexe com o emocional dos seus consumidores?

Olá! Sua marca atinge emocionalmente os consumidores? As modernas técnicas de marketing ensinam que, além de ter qualidade e do preço acessível, é fundamental que sua oferta também tenha um componente emocional – que se identifique com seu consumidor.

Veja o caso da Skol, por exemplo. A Skol é uma das marcas brasileiras que melhor trabalha o lado emocional dos consumidores. Hoje, ela é mais do que uma simples cerveja: é um estilo de vida com o qual seu público se identifica. Isso fica evidente nos números. Ela foi a marca mais valorizada no último ranking do BrandAnalytics, passando a valer R$ 4,08 bilhões, alta de 23%.

Isso porque a marca promove várias ações como patrocínios de eventos musicais, comerciais atrativos e agora até o lançamento de uma série de ficção, em parceria com a MTV, chamada Descolados, totalmente voltada para o seu público. Isso mostra que a Skol entendeu bem as motivações do seu consumidor e explora o seu lado emocional para manter a fidelidade e expandir o mercado.

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Saiba como se comporta o seu público

Olá! Um estudo realizado pelo Ibope Mídia, apresentado no ano passado, dividiu o consumidor brasileiro em três grupos com base nos hábitos de compra.

O primeiro grupo é o mais numeroso. 5 de cada 10 pessoas economicamente ativas preferem pagamento a prazo e geralmente compram por impulso. A maioria é de solteiros com idade até 24 anos que não querem assumir responsabilidades, valorizam marcas divertidas e espelham-se em personagens de novelas.

Já o segundo grupo, que representa 3 em cada 10 consumidores, é composto por solteiros com idade média de 32 anos, independentes, bem informados, que falam inglês e geralmente são fiéis às marcas.

E o último grupo, 2 em cada 10 brasileiros, é formado por consumidores casados, com mais de 35 anos, freqüentemente acima do peso, e mais da metade responsável por alguma criança. Eles procuram preços baixos e recebem grande influência dos filhos.

Isso tudo para dizer que em vez de apresentar uma oferta igual par a todos, você deveria formatar as suas propostas para atender às necessidades específicas de cada público-alvo para aumentar as vendas nesses nichos específicos e melhorar a rentabilidade da sua empresa.

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Molde seus produtos de acordo com o seu público-alvo

Olá! Já falei antes e quero insistir no tema de que as empresas devem moldar seus produtos ao local onde são vendidos.

O McDonald’s é um exemplo de empresa que pratica essa filosofia. É assim: com base em uma estratégia geral bem definida, o mix de cada país é desenhado levando em conta a cultura e as características do local. Com isso, existem várias opções de lanches disponíveis apenas em alguns países específicos, que a gente nunca vai encontrar aqui no Brasil.

Na Índia, por exemplo, o McDonald’s não vende sanduíches com carne bovina, limitando as suas opções a frango e peixe. Já em Israel, a rede tem 17 restaurantes kosher, onde a comida é preparada de acordo com as leis judaicas e as lojas fecham aos sábados.

Por isso, mesmo se a sua empresa for pequena, esteja atento à cultura e aos hábitos de seu público. Veja as fotos de alguns sanduíches diferentes e seus respectivos países.

Arábia Saudita:


Canadá:


Chile:


China:

Índia:
Israel:
México:


Noruega:


Portugal:


Turquia:

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Estimule seus clientes a voltarem na sua empresa

Olá! Estimule seus clientes a consumirem mais na SUA empresa em vez da empresa dos concorrentes, usando estratégias de fidelização.

Foi o que fez a Parmê. Desde março deste ano, a rede lançou um cartão fidelidade, onde a cada nove pratos consumidos, o cliente ganha uma pizza tamanho família ou outro prato à sua escolha. Como resultado, dos 280 mil cartões distribuídos nas 14 unidades da pizzaria, mais de 40 mil já se transformaram em benefícios para os clientes. Ou seja, um monte de gente ganhou pizza de graça, mas como conseqüência de ter aumentado significativamente as vendas do produto!

O Spoleto também tinha a mesma promoção ano passado. E todos os clientes ficavam empolgados pra completar o cartãozinho e ganhar a décima refeição de graça. Aliás preciso perguntar porque pararam…

O fato é que estratégias como essas que oferecem um ganho certo ou uma economia para o cliente fazem muito sucesso e tendem a aumentar a lucratividade de sua empresa.

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Crie o seu oceano azul

Olá! Hoje vou dar mais um exemplo de empresa que embarcou em um mercado ainda não explorado – o chamado “oceano azul”.

Conhece a academia “Curves”, famosa por ser a academia das mulheres? Pois é! Na Curves, somente mulheres podem entrar e malhar. E se para algumas pessoas essa discriminação pode parecer loucura, para muitas mulheres, a Curves é uma solução.

Isso porque a empresa tem um público que ainda não tinha sido explorado: Mulheres que desejam praticar atividade física, mas sentem vergonha de se exercitar na frente dos homens.

Além disso, a Curves exclui atributos das academias tradicionais que são de pouco interesse para a maioria das mulheres, como exercícios e máquinas pesadas. No lugar disso, oferece equipamentos leves de aeróbica e de musculação em um circuito que dura apenas 30 minutos. Ainda tem a questão visual, porque a academia é toda decorada e apropriada com cores femininas, vestiário com secador, enfeite de florzinha. Assim, as mulheres se sentem cuidadas e acham o lugar aconchegante.

Conclusão: em vez de concorrer no difícil mercado de malhadores super-sarados que vão para as academias se exercitar, mas também para se exibir e socializar com outros deuses do olimpo, a Curves investiu num nicho pouco explorado das pessoas não-tão-saradas e com perfil mais tímido – mas que representa um mercado dezenas de vezes maior e mais rentável.

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Evite reduções de preços que alterem a qualidade do produto

Olá! Muitas empresas costumam mexer na qualidade do produto para diminuir o preço e torná-lo mais competitivo. Mas cuidado! Isso pode afastar os consumidores.

Foi o que aconteceu com o pão de queijo Forno de Minas, por exemplo. Após ser vendido para duas empresas americanas, ele alterou a receita para viabilizar um preço mais baixo. O problema é que essa medida acabou reduzindo a qualidade do alimento e o público não gostou: as vendas caíram cerca de 50% em poucos meses.

Para reverter a situação, o pão de queijo voltou a ser fabricado em Belo Horizonte usando a receita original, mesmo ficando mais caro.

Moral da história: não adianta apelar para a redução do preço se isso compromete a qualidade do seu produto e ameaça a sua posição no mercado. Existem clientes que buscam preço e não ligam muito para marcas, mas há sempre aqueles que valorizam a qualidade e estão dispostos a pagar um pouco mais por algo que consideram superior.

O fundamental é você posicionar a sua oferta para o público que deseja atender. Fica difícil vestir todo mundo com tamanho único.

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