Arquivo da categoria: Clientes

Estudar o público-alvo garante uma campanha de sucesso

Hoje vou contar um caso recente que a agência Channel Planner criou para divulgar o celular N85 da Nokia.

Para aproximar o produto do público jovem, a agência realizou um estudo básico sobre quais marcas de mídia eram assunto entre eles. Os resultados apontaram os programas Pânico e CQC como os de menor custo e alta relevância para os jovens.

A partir desta definição, ao invés de veicular um anúncio padrão nos intervalos comerciais desses programas, a Channel Planner criou uma disputa via celular entre os dois personagens mais polêmicos de cada um, usando a linguagem dos próprios programas e brincando com a rivalidade que existe entre o Pânico e o CQC.

O resultado foi um conteúdo que levou em consideração a linguagem própria dos programas. Os dois participantes convidavam as suas próprias audiências para ajudá-los na disputa, usando os dispositivos do N85 como câmera de vídeo, foto e aplicativos de internet mobile.

Outro aspecto que também favoreceu a interação do público foram os dias e os horários escolhidos para a veiculação: uma faixa horária em que as pessoas estão em casa consumindo mídias simultâneas – cerca de 1/3 da audiência domiciliar assiste TV enquanto navega pela internet. Então, o que a Channel Planner fez foi tentar potencializar isso ao máximo usando todas as ferramentas digitais disponíveis. O resultado obviamente foi positivo para a Nokia.

1 comentário

Cative seu público defensor

Os defensores são aqueles clientes que gostam tanto da marca que, além de serem fiéis, indicam pra todo mundo. O resultado que eles proporcionam vale mais do que a melhor das campanhas publicitárias.

Por isso, uma boa prática é criar facilitadores para esse pessoal influenciar o meio social em que vive, levando seus amigos até a sua marca.

Veja o que fez a Honda, por exemplo. Sabendo da enorme taxa de fidelidade entre os novos e os antigos consumidores, a Honda passou a utilizar o Facebook, que é um site de relacionamentos semelhante ao Orkut, para conectar os apaixonados pela Honda e aqueles que conhecem alguma pessoa que adora um carro da montadora. Sabe como? Ela lançou uma página exclusiva na rede social, agregando sub-páginas de alguns recém lançamentos, como o Honda Insight, Accord Crosstour, Element entre outros. E para tornar a página ainda mais atrativa, os primeiros usuários que participarem mais ativamente dessa grande comunidade social da Honda, postando, comentando e “espalhando” a ferramenta, poderão ser escolhidos para protagonizar as futuras campanhas publicitárias da marca. Não preciso nem dizer que essa página está fazendo sucesso né?

Mire-se nesse exemplo, que é simples e ao mesmo tempo muito poderoso e crie formas de motivar seu público defensor a divulgar a sua marca.

Sem comentários

Sempre é possível fazer algo diferente

O caminho certo para se destacar é fazer algo diferente. Mas diferente como? Imagina só, por exemplo, entrar em um açougue para comprar uma carne e… ler um livro? Isso mesmo! Porque é isso que faz um açougue de Brasília, chamado T-Bone Cultural.

A princípio parece um açougue normal, com aquele balcão de carnes ao fundo. A diferença é que à direita, junto ao caixa, há várias estantes cheias de livros que são emprestados de graça para quem quiser, por isso o nome do açougue, é T-Bone Cultural. O dono do estabelecimento, o Luiz Amorim acredita que pode aumentar o lucro de seu negócio e ao mesmo tempo incentivar a cultura para seus clientes.

E consegue! Porque a mídia espontânea, que é a que traz mais visibilidade, fica louca com os eventos organizados. São festas culturais que já envolveram artistas famosos como Chico César, Morais Moreira, a banda Blitz, além de escritores como Ziraldo.

E é assim que os consumidores são atraídos. Primeiro, vão pela curiosidade e depois ficam satisfeitos com o serviço, o atendimento, o preço e a qualidade da carne. Uma mistura pra lá de ousada que está conferindo ao estabelecimento mais fregueses, prestígio e mídia espontânea.

E você, já teve alguma ideia diferente?

Sem comentários

Crie uma solução diferente e se destaque no mercado

Produtos ignorados pelos clientes podem ser aproveitados de outra forma. Vou citar como exemplo a indústria alimentícia. O consumidor brasileiro sempre gostou de maçãs grandes e as pequenas, que nascem no mesmo pé das outras, eram descartadas. Pois bem, em 1995 a agropecuária Pomelle, que depois foi comprada pela Fisher, teve a brilhante ideia de embalar as minimaçãs e vendê-las com uma marca: “Maçã da Turma da Mônica”. E foi assim que surgiu o primeiro produto de hortifruti, embalado com marca no mercado brasileiro.

Hoje, 14 anos depois, as miúdas maçãs são consideradas as precursoras de uma tendência que desde o início do ano vêm ganhando mais espaço nos supermercados: as frutas e verduras com marca.

Além disso, essa inovação alcançou um público não explorado para esse tipo de produto: aquelas pessoas que não têm tempo de escolher maçã por maçã, tomate por tomate, e que não sabem escolher entre um produto bom e outro já muito maduro. É só pegar a embalagem e colocar no carrinho, o que é muito prático. Hoje, no Carrefour, por exemplo, as vendas desse tipo crescem 15% ao mês desde o início do ano.
Então… pense em novas formas para escoar os seus produtos de baixa cirulação. Quem sabe se você também nao consegue criar as suas próprias maçãs da Mônica?

Sem comentários

Desenvolva campanhas estimulando seus clientes a reciclarem seus produtos

Olá! Incentive seus consumidores a reciclar ou reutilizar as embalagens de seus produtos. Hoje vou falar de mais uma iniciativa inovadora da empresa Perfetti van Melle, aquela que produz a as balas mentos e frutella.

A Perfetti desenvolveu um site só para estimular seus clientes a transformar, por exemplo, a garrafinha de goma de mascar em um pequeno e charmoso vaso para flores. Mas para essa ação ficar ainda mais interessante, a empresa resolveu promover um concurso cultural com o tema: “Surpreenda com Mentos”, que premiou os consumidores que criaram o melhor projeto de reutilização de embalagens da marca.

Além de promover uma ação importante para o meio ambiente e conscientizar seus clientes, a Perfetti ainda teve o nome de seu produto divulgado de forma positiva, atraindo ainda mais clientes.

Por isso, minha recomendação é você criar iniciativas de cunho social e ambiental que envolvam seus consumidores, aumentando a visibilidade da sua empresa e facilitando novas vendas.

1 comentário

Pesquisas de mercado são fundamentais para a elaboração de estratégias

Olá! Quando os seus concorrentes estiverem encostando em você, faça uma pesquisa de mercado antes montar uma estratégia.

Olha o que aconteceu com a Adams, que fabrica a bala Halls, por exemplo. A Adams estava preocupada com o crescimento das vendas da principal pastilha concorrente. Então, fez uma pesquisa para saber que ações poderiam ser feitas para defender seu produto e o resultado revelou que os consumidores do concorrente eram, na verdade, consumidores de um produto que ela também comercializava – o chiclete Trident.

Então, era o posicionamento do Trident que deveria ser trabalhado e não o da Halls.

O resultado foi o crescimento de usuários e potenciais consumidores da marca, além de uma grande queda do percentual de pessoas que desconheciam o produto.

A ideia inicial da Adams era desenvolver um produto para combater com um concorrente no mercado de dropes, mas os resultados das pesquisas levaram a concluir que um chiclete seria mais eficiente para atingir seus objetivos.

Gostou deste post? Deixe o seu comentário!

Sem comentários

Respeite as crenças dos consumidores

Olá! As crenças dos consumidores podem se tornar estratégia de marketing. Muitas vezes essas crenças nem tem fundamento, mas se elas existem, melhor você respeitar.

Por exemplo, você consumiria um xampu ou um sabonete que não fizesse espuma? Quase ninguém acredita que esses produtos sejam capazes de limpar sem fazer espuma. Mas a verdade é que a espuma não tem função alguma nesses casos. O mesmo acontece com um remédio para desinfetar uma ferida. A crença popular diz que se não arder, não cura. O que também não é verdade. Hoje, esses produtos não provocam ardência e mesmo assim desinfetam o ferimento.

Então, para desenvolver produtos, definir preços, escolher os canais de marketing e outras ações, é preciso levar em conta as crenças ou conceitos dos consumidores. Estratégias montadas nessa linha são, pelo menos a curto prazo, mais eficazes do que as que exigem que os consumidores mudem suas crenças. No mundo de competição, onde a ação de marketing pode representar a diferença entre sucesso e o fracasso, tentar mudar uma crença estabelecida pode ser fatal.

Sem comentários

Conheça o papel de cada um no processo de compra

Olá! Quando você desenvolver uma estratégia de marketing para conquistar o seu consumidor, lembre que ele é cercado de grupos que influenciam sua escolha durante todo o processo de compra, principalmente a família.

Veja um exemplo simples disso. A mulher mãe de família está preparando um jantar especial para o marido e percebe que falta um dos ingredientes do prato escolhido. Então, ela pede pro marido ir até o mercado comprar o produto que está faltando. Já no mercado, o marido fica indeciso sobre qual marca levar e resolve pedir a opinião de uma senhora que está passando. Ela indica qual é o melhor produto. O marido então volta pra casa e deixa a mulher preocupada porque a marca escolhida nunca foi usada. Mas o jantar sai uma maravilha e a esposa fica satisfeita.

Nesse pequeno exemplo, podemos analisar os papéis de todos os envolvidos. A mulher foi a INICIADORA da compra e a AVALIADORA ao final. Já a senhora foi quem INFLUENCIOU a escolha. O marido foi quem DECIDIU e REALIZOU a compra. Mas ao mesmo tempo, tanto a mulher como o marido, foram os CONSUMIDORES do produto.

Uma pessoa pode ter vários papéis dentro do processo de compra. Por isso é tão importante pesquisar o seu público alvo, levando em consideração não só o consumidor final, mas também os familiares, definindo o papel de cada um na cadeia produtiva.

Gostou deste post? Deixe seu comentário!

Sem comentários

Seu produto mexe com o emocional dos seus consumidores?

Olá! Sua marca atinge emocionalmente os consumidores? As modernas técnicas de marketing ensinam que, além de ter qualidade e do preço acessível, é fundamental que sua oferta também tenha um componente emocional – que se identifique com seu consumidor.

Veja o caso da Skol, por exemplo. A Skol é uma das marcas brasileiras que melhor trabalha o lado emocional dos consumidores. Hoje, ela é mais do que uma simples cerveja: é um estilo de vida com o qual seu público se identifica. Isso fica evidente nos números. Ela foi a marca mais valorizada no último ranking do BrandAnalytics, passando a valer R$ 4,08 bilhões, alta de 23%.

Isso porque a marca promove várias ações como patrocínios de eventos musicais, comerciais atrativos e agora até o lançamento de uma série de ficção, em parceria com a MTV, chamada Descolados, totalmente voltada para o seu público. Isso mostra que a Skol entendeu bem as motivações do seu consumidor e explora o seu lado emocional para manter a fidelidade e expandir o mercado.

Sem comentários

Saiba como se comporta o seu público

Olá! Um estudo realizado pelo Ibope Mídia, apresentado no ano passado, dividiu o consumidor brasileiro em três grupos com base nos hábitos de compra.

O primeiro grupo é o mais numeroso. 5 de cada 10 pessoas economicamente ativas preferem pagamento a prazo e geralmente compram por impulso. A maioria é de solteiros com idade até 24 anos que não querem assumir responsabilidades, valorizam marcas divertidas e espelham-se em personagens de novelas.

Já o segundo grupo, que representa 3 em cada 10 consumidores, é composto por solteiros com idade média de 32 anos, independentes, bem informados, que falam inglês e geralmente são fiéis às marcas.

E o último grupo, 2 em cada 10 brasileiros, é formado por consumidores casados, com mais de 35 anos, freqüentemente acima do peso, e mais da metade responsável por alguma criança. Eles procuram preços baixos e recebem grande influência dos filhos.

Isso tudo para dizer que em vez de apresentar uma oferta igual par a todos, você deveria formatar as suas propostas para atender às necessidades específicas de cada público-alvo para aumentar as vendas nesses nichos específicos e melhorar a rentabilidade da sua empresa.

1 comentário

  • Últimas twitadas

    • Publicidade