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Estudar o público-alvo garante uma campanha de sucesso
Postado por claudionasajon em Clientes, Marketing em 15/09/2009
Hoje vou contar um caso recente que a agência Channel Planner criou para divulgar o celular N85 da Nokia.
Para aproximar o produto do público jovem, a agência realizou um estudo básico sobre quais marcas de mídia eram assunto entre eles. Os resultados apontaram os programas Pânico e CQC como os de menor custo e alta relevância para os jovens.
A partir desta definição, ao invés de veicular um anúncio padrão nos intervalos comerciais desses programas, a Channel Planner criou uma disputa via celular entre os dois personagens mais polêmicos de cada um, usando a linguagem dos próprios programas e brincando com a rivalidade que existe entre o Pânico e o CQC.
O resultado foi um conteúdo que levou em consideração a linguagem própria dos programas. Os dois participantes convidavam as suas próprias audiências para ajudá-los na disputa, usando os dispositivos do N85 como câmera de vídeo, foto e aplicativos de internet mobile.
Outro aspecto que também favoreceu a interação do público foram os dias e os horários escolhidos para a veiculação: uma faixa horária em que as pessoas estão em casa consumindo mídias simultâneas – cerca de 1/3 da audiência domiciliar assiste TV enquanto navega pela internet. Então, o que a Channel Planner fez foi tentar potencializar isso ao máximo usando todas as ferramentas digitais disponíveis. O resultado obviamente foi positivo para a Nokia.
Cative seu público defensor
Postado por claudionasajon em Clientes, Marca, Marketing em 14/09/2009
Os defensores são aqueles clientes que gostam tanto da marca que, além de serem fiéis, indicam pra todo mundo. O resultado que eles proporcionam vale mais do que a melhor das campanhas publicitárias.
Por isso, uma boa prática é criar facilitadores para esse pessoal influenciar o meio social em que vive, levando seus amigos até a sua marca.
Veja o que fez a Honda, por exemplo. Sabendo da enorme taxa de fidelidade entre os novos e os antigos consumidores, a Honda passou a utilizar o Facebook, que é um site de relacionamentos semelhante ao Orkut, para conectar os apaixonados pela Honda e aqueles que conhecem alguma pessoa que adora um carro da montadora. Sabe como? Ela lançou uma página exclusiva na rede social, agregando sub-páginas de alguns recém lançamentos, como o Honda Insight, Accord Crosstour, Element entre outros. E para tornar a página ainda mais atrativa, os primeiros usuários que participarem mais ativamente dessa grande comunidade social da Honda, postando, comentando e “espalhando” a ferramenta, poderão ser escolhidos para protagonizar as futuras campanhas publicitárias da marca. Não preciso nem dizer que essa página está fazendo sucesso né?
Mire-se nesse exemplo, que é simples e ao mesmo tempo muito poderoso e crie formas de motivar seu público defensor a divulgar a sua marca.
Sempre é possível fazer algo diferente
Postado por claudionasajon em Clientes, Inovação em 10/09/2009
O caminho certo para se destacar é fazer algo diferente. Mas diferente como? Imagina só, por exemplo, entrar em um açougue para comprar uma carne e… ler um livro? Isso mesmo! Porque é isso que faz um açougue de Brasília, chamado T-Bone Cultural.
A princípio parece um açougue normal, com aquele balcão de carnes ao fundo. A diferença é que à direita, junto ao caixa, há várias estantes cheias de livros que são emprestados de graça para quem quiser, por isso o nome do açougue, é T-Bone Cultural. O dono do estabelecimento, o Luiz Amorim acredita que pode aumentar o lucro de seu negócio e ao mesmo tempo incentivar a cultura para seus clientes.
E consegue! Porque a mídia espontânea, que é a que traz mais visibilidade, fica louca com os eventos organizados. São festas culturais que já envolveram artistas famosos como Chico César, Morais Moreira, a banda Blitz, além de escritores como Ziraldo.
E é assim que os consumidores são atraídos. Primeiro, vão pela curiosidade e depois ficam satisfeitos com o serviço, o atendimento, o preço e a qualidade da carne. Uma mistura pra lá de ousada que está conferindo ao estabelecimento mais fregueses, prestígio e mídia espontânea.
E você, já teve alguma ideia diferente?
Crie uma solução diferente e se destaque no mercado
Postado por claudionasajon em Clientes, Inovação, Qualidade do produto em 08/09/2009
Produtos ignorados pelos clientes podem ser aproveitados de outra forma. Vou citar como exemplo a indústria alimentícia. O consumidor brasileiro sempre gostou de maçãs grandes e as pequenas, que nascem no mesmo pé das outras, eram descartadas. Pois bem, em 1995 a agropecuária Pomelle, que depois foi comprada pela Fisher, teve a brilhante ideia de embalar as minimaçãs e vendê-las com uma marca: “Maçã da Turma da Mônica”. E foi assim que surgiu o primeiro produto de hortifruti, embalado com marca no mercado brasileiro.
Hoje, 14 anos depois, as miúdas maçãs são consideradas as precursoras de uma tendência que desde o início do ano vêm ganhando mais espaço nos supermercados: as frutas e verduras com marca.
Desenvolva campanhas estimulando seus clientes a reciclarem seus produtos
Postado por claudionasajon em Clientes, Comportamento, benefícios, meio ambiente em 01/09/2009
A Perfetti desenvolveu um site só para estimular seus clientes a transformar, por exemplo, a garrafinha de goma de mascar em um pequeno e charmoso vaso para flores. Mas para essa ação ficar ainda mais interessante, a empresa resolveu promover um concurso cultural com o tema: “Surpreenda com Mentos”, que premiou os consumidores que criaram o melhor projeto de reutilização de embalagens da marca.
Além de promover uma ação importante para o meio ambiente e conscientizar seus clientes, a Perfetti ainda teve o nome de seu produto divulgado de forma positiva, atraindo ainda mais clientes.
Por isso, minha recomendação é você criar iniciativas de cunho social e ambiental que envolvam seus consumidores, aumentando a visibilidade da sua empresa e facilitando novas vendas.
Pesquisas de mercado são fundamentais para a elaboração de estratégias
Postado por claudionasajon em Clientes, Comportamento, Marca, Marketing, Público-alvo em 31/08/2009
Olha o que aconteceu com a Adams, que fabrica a bala Halls, por exemplo. A Adams estava preocupada com o crescimento das vendas da principal pastilha concorrente. Então, fez uma pesquisa para saber que ações poderiam ser feitas para defender seu produto e o resultado revelou que os consumidores do concorrente eram, na verdade, consumidores de um produto que ela também comercializava – o chiclete Trident.
Então, era o posicionamento do Trident que deveria ser trabalhado e não o da Halls.
O resultado foi o crescimento de usuários e potenciais consumidores da marca, além de uma grande queda do percentual de pessoas que desconheciam o produto.
A ideia inicial da Adams era desenvolver um produto para combater com um concorrente no mercado de dropes, mas os resultados das pesquisas levaram a concluir que um chiclete seria mais eficiente para atingir seus objetivos.
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Respeite as crenças dos consumidores
Postado por claudionasajon em Clientes, Comunicação, Marca, Marketing, Público-alvo em 26/08/2009
Por exemplo, você consumiria um xampu ou um sabonete que não fizesse espuma? Quase ninguém acredita que esses produtos sejam capazes de limpar sem fazer espuma. Mas a verdade é que a espuma não tem função alguma nesses casos. O mesmo acontece com um remédio para desinfetar uma ferida. A crença popular diz que se não arder, não cura. O que também não é verdade. Hoje, esses produtos não provocam ardência e mesmo assim desinfetam o ferimento.
Então, para desenvolver produtos, definir preços, escolher os canais de marketing e outras ações, é preciso levar em conta as crenças ou conceitos dos consumidores. Estratégias montadas nessa linha são, pelo menos a curto prazo, mais eficazes do que as que exigem que os consumidores mudem suas crenças. No mundo de competição, onde a ação de marketing pode representar a diferença entre sucesso e o fracasso, tentar mudar uma crença estabelecida pode ser fatal.
Conheça o papel de cada um no processo de compra
Postado por claudionasajon em Clientes, Público-alvo, mercado em 14/08/2009
Veja um exemplo simples disso. A mulher mãe de família está preparando um jantar especial para o marido e percebe que falta um dos ingredientes do prato escolhido. Então, ela pede pro marido ir até o mercado comprar o produto que está faltando. Já no mercado, o marido fica indeciso sobre qual marca levar e resolve pedir a opinião de uma senhora que está passando. Ela indica qual é o melhor produto. O marido então volta pra casa e deixa a mulher preocupada porque a marca escolhida nunca foi usada. Mas o jantar sai uma maravilha e a esposa fica satisfeita.
Nesse pequeno exemplo, podemos analisar os papéis de todos os envolvidos. A mulher foi a INICIADORA da compra e a AVALIADORA ao final. Já a senhora foi quem INFLUENCIOU a escolha. O marido foi quem DECIDIU e REALIZOU a compra. Mas ao mesmo tempo, tanto a mulher como o marido, foram os CONSUMIDORES do produto.
Uma pessoa pode ter vários papéis dentro do processo de compra. Por isso é tão importante pesquisar o seu público alvo, levando em consideração não só o consumidor final, mas também os familiares, definindo o papel de cada um na cadeia produtiva.
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Seu produto mexe com o emocional dos seus consumidores?
Postado por claudionasajon em Clientes, Comportamento, Comunicação, Sucesso em 24/07/2009
Veja o caso da Skol, por exemplo. A Skol é uma das marcas brasileiras que melhor trabalha o lado emocional dos consumidores. Hoje, ela é mais do que uma simples cerveja: é um estilo de vida com o qual seu público se identifica. Isso fica evidente nos números. Ela foi a marca mais valorizada no último ranking do BrandAnalytics, passando a valer R$ 4,08 bilhões, alta de 23%.
Isso porque a marca promove várias ações como patrocínios de eventos musicais, comerciais atrativos e agora até o lançamento de uma série de ficção, em parceria com a MTV, chamada Descolados, totalmente voltada para o seu público. Isso mostra que a Skol entendeu bem as motivações do seu consumidor e explora o seu lado emocional para manter a fidelidade e expandir o mercado.
Saiba como se comporta o seu público
Postado por claudionasajon em Clientes, Público-alvo, Sucesso, Vendas em 23/07/2009
O primeiro grupo é o mais numeroso. 5 de cada 10 pessoas economicamente ativas preferem pagamento a prazo e geralmente compram por impulso. A maioria é de solteiros com idade até 24 anos que não querem assumir responsabilidades, valorizam marcas divertidas e espelham-se em personagens de novelas.
Já o segundo grupo, que representa 3 em cada 10 consumidores, é composto por solteiros com idade média de 32 anos, independentes, bem informados, que falam inglês e geralmente são fiéis às marcas.
E o último grupo, 2 em cada 10 brasileiros, é formado por consumidores casados, com mais de 35 anos, freqüentemente acima do peso, e mais da metade responsável por alguma criança. Eles procuram preços baixos e recebem grande influência dos filhos.
Isso tudo para dizer que em vez de apresentar uma oferta igual par a todos, você deveria formatar as suas propostas para atender às necessidades específicas de cada público-alvo para aumentar as vendas nesses nichos específicos e melhorar a rentabilidade da sua empresa.














