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Proporcione novas experiências para os seus clientes
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Inovação em 01/02/2010
Quem nunca ficou em dúvida na hora de presentear um amigo, a namorada, marido, chefe…? Às vezes é difícil acertar o presente, porque depende muito do gosto e do momento do presenteado, né?
Procurando resolver de vez esse problema, o empreendedor André Susskind abriu a Viva!Experiências, loja que promete proporcionar novas experiências para os presenteados. É o seguinte: em vez de receber presentes comuns, o sortudo recebe a oportunidade de viver alguma experiência. Aula de DJ, arte em vidro, wakeboard, culinária para crianças e assessoria de moda são algumas das atividades propostas. Vai dizer que não é interessante?
O objetivo é oferecer momentos mágicos e dar liberdade de escolha pra quem recebe a lembrança e será algo diferente. E não é que está dando super certo? As pessoas ficam surpresas com a criatividade da proposta e acabam valorizando mais esse presente do que os tradicionais compráveis em lojas.
E você? Já pensou como pode proporcionar novas experiências para os seus clientes e ganhar um diferencial competitivo? Então comente com a gente, deixe seu comentário!
Adapte seus produtos para diferentes usos
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Inovação, Marketing, Qualidade do produto em 19/01/2010
Olá! Produtos novos sempre são bem vindos, mesmo quando são apenas adaptações que os tornam melhores para os clientes.
Esses dias conheci um novo fone de ouvido, que na verdade, é um fone de pescoço! Parece doideira, mas o NECKPHONE é um fone estéreo e leve que se ajusta ao pescoço do usuário.
Na verdade, a vantagem do Neckphone sobre um fone de ouvido convencional, é que ele permite que o usuário escute música sem ficar desatento ao ambiente porque o ouvido não fica tampado. O som sai por meio de caixinhas que ficam próximas ao pescoço direcionadas ao ouvido – então você ouve a música, mas também sabe o que está acontecendo ao seu redor.
Outro dia, por exemplo, eu fui tirar uns documentos e estava aguardando na fila. Como iriam me chamar pelo nome, não quis colocar o fone de ouvido para não perder a vez. Se tivesse um neckphone a história seria outra…
E você? Já pensou em como pode adaptar seus produtos para diferentes usos para conquistar mais clientes?
O nome do seu produto não pode confundir o consumidor
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Marca em 12/11/2009
Um bom exemplo de como essas confusões podem gerar problemas são os refrigerantes H2OH, da Pepsi e Aquarius Fresh, da Coca-Cola. Os dois são refrigerantes de baixa caloria, mas ambos possuem nomes que remetem à água. Então, muitos consumidores estavam comprando esses produtos achando realmente que era uma água de outra marca e não um refrigerante.
O resultado disso é que, apesar do rótulo informar ao consumidor que o produto é um refrigerante, o Ministério Público do Distrito Federal quer que esses produtos mudem de nome aqui no Brasil, para não deixar o consumidor confuso, como tem acontecido.
Pensou no abacaxi? Pois é.. então, quando criar nomes para seus produtos ou serviços, tente relacioná-los claramente aos benefícios que eles oferecem, evitando confusões que podem virar problemas…
Clientes gostam de ser bem atendidos
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Gestão, Qualidade do produto em 11/11/2009
Perto da minha empresa, por exemplo, tem um restaurante com uma ótima aparência, que oferece um rodízio de pizza gostoso e com preço bem em conta. Só que apesar de ter tudo para dar certo, meus funcionários reclamavam muito do atendimento e resolveram parar de frequentar. E não foram só os meus funcionários que fizeram isso. De repente, o restaurante foi ficando vazio.
Esses dias, eu estava passando pela porta, no horário de almoço, e vi o restaurante LOTADO! Aí fui lá para ver o que estava acontecendo e descobri que o dono do lugar resolveu melhorar a qualidade da comida, abaixou o preço mas, pelos relatos, passou a oferecer um atendimento mais do que simpático para os clientes.
Resultado? Tá aí! O restaurante lotado! Por isso, se alguma coisa estiver dando errado na sua empresa, não hesite em melhorar. O dono desse restaurante nem precisou mudar muita coisa para que o próprio boca a boca já fosse suficiente para os clientes voltarem correndo pra lá! Aliás, se quiserem conhecer, o nome é Planos e Papos e fica no Centro do Rio de Janeiro.
Ofereça serviços gratuitos para fidelizar seus clientes
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Público-alvo, Vendas em 22/10/2009
Foi o que fez uma loja de vinhos de São Paulo. A Total Vinhos criou uma espécie de “personal wine assistant”, que é uma pessoa especializada que vai até a casa dos consumidores organizar e mapear adegas. Isso porque os clientes são executivos que gostam muito de vinho e compram bastante, mas não têm tempo para organizar. O personal wine também indica o vinho ideal para cada perfil de consumidor.
O Personal funciona assim: geralmente, há uma conversa prévia por telefone para saber em qual ocasião o cliente precisa de ajuda, e às vezes ocorre troca de e-mails para mais detalhes, mas o importante é que a parte final da negociação é feita pessoalmente, na casa do cliente, o que ajuda a construir um relacionamento com o consumidor.
O sócio proprietário, que é o Amilton Amaral afirma que o personal wine é uma excelente estratégia para aumentar as vendas no médio prazo – sem contar que, como seus clientes pertencem a uma elite poderosa que costuma tomar vinho com freqüência, a sua rede de relacionamentos fica cada vez mais turbinada.
E você? Pode criar algum personal assistant para o seu produto? Deixe seu comentário!
Destaque-se da concorrência
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Marca, Marketing, Público-alvo, mercado em 06/10/2009
Em uma conversa com a equipe para levantar ideias que ajudassem a Plaid a conquistar clientes de outros mercados, um funcionário sugeriu algo bem doido: Pegar uma van, pintar e decorar com a marca da agência e, em seguida, dirigir ao redor do país para conhecer algumas empresas com as quais eles gostariam de trabalhar. Logicamente que a princípio todos riram e levantaram pontos negativos, mas um dos sócios da agência acabou gostando da ideia e autorizou a ação.
A primeira turnê foi em 2007, de Nova York até Dallas, no Texas, com uma van alugada. No trajeto, eles conheceram diversas empresas e conquistaram novos clientes que adoraram a novidade. Em 2008, foi novamente um sucesso, percorrendo toda a costa oeste dos Estados Unidos e trazendo novamente boas contas. E como a tática lembra muito a usada por bandas de rock, a agência acabou conquistando contas da indústria fonográfica como Sony Music, EMI e Virgin Records.
A turnê, assim como a agência, não pára de crescer. Este ano a Plaid percorreu mais de 200 milhas e ainda levou palestras sobre inovação, mídias sociais e estratégias inovadoras. E quem iria imaginar que uma van colorida e enfeitada fizesse tanto sucesso? A estratégia é mais uma prova de que, para se destacar da multidão, é preciso primeiro parar de segui-la.
Use campanhas de marketing simples e obejtivas
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Comunicação, Marca, Marketing em 05/10/2009
As empresas de tecnologia, por exemplo, adoram expor para os clientes todos os benefícios do produto. Só que aquelas siglas todas muitas vezes não dizem nada para os consumidores que não sejam especialistas.
Percebendo isso, a Apple lançou uma campanha baseada num pensamento estratégico fantástico. Ela posicionou seus produtos de forma simples e humana. Sabe como? Primeiro, a demonstração dos itens é feita em fundo branco, o que já elimina aquela confusão de excesso de informação visual.
E principal: ela focou no resultado final do produto, ou seja, no que o cliente vai ganhar com aqueles benefícios. Seria, por exemplo, como em vez de anunciar que um celular tem Wi-Fi, anunciar que com aquele aparelho você pode se conectar à internet sempre que houver alguma rede disponível.
O estilo da Apple foi tão bom que se tornou vírus e colocou as vendas lá em cima. Tudo porque os clientes se sentiram mais próximos ao produto que comunica simplicidade e essência humana.
Por isso, preocupe-se em aproximar seus produtos dos clientes criando campanhas de marketing simples e objetivas, e principalmente, destacando os benefícios da sua oferta.
Sempre há espaço para ideias diferentes
Postado por Claudio Nasajon em Clientes, Inovação, Público-alvo em 01/10/2009
Sabe qual é a última moda entre a garotada? Comemorar o aniversário circulando pela cidade com luxo e pompa… numa limusine. É! Daquelas que aparecem nos seriados de Las Vegas, com direito a DVD, banco de couro, teto solar e frigobar.
O passeio pode durar de uma a quatro horas, com preços entre 400 e 1.400 reais, dependendo do tempo e o melhor é que, no final, a brincadeira pode sair mais em conta do que uma festinha no play do prédio, com a vantagem de ficar na memória da criança com muito mais impacto do que o lenga-lenga de sempre. Prá você ter uma idéia, o maior público, por enquanto, são meninas de 10 a 14 anos…
Acredite: sempre há espaço para uma ideia diferente e não explorada. Alias, quem quiser investir nesse negócio da limusine não pode esquecer de um motorista bem preparado e paciente, muitas guloseimas, refrigerante e o tradicional bolo de parabéns.
Estudar o público-alvo garante uma campanha de sucesso
Postado por claudionasajon em Clientes, Marketing em 15/09/2009
Hoje vou contar um caso recente que a agência Channel Planner criou para divulgar o celular N85 da Nokia.
Para aproximar o produto do público jovem, a agência realizou um estudo básico sobre quais marcas de mídia eram assunto entre eles. Os resultados apontaram os programas Pânico e CQC como os de menor custo e alta relevância para os jovens.
A partir desta definição, ao invés de veicular um anúncio padrão nos intervalos comerciais desses programas, a Channel Planner criou uma disputa via celular entre os dois personagens mais polêmicos de cada um, usando a linguagem dos próprios programas e brincando com a rivalidade que existe entre o Pânico e o CQC.
O resultado foi um conteúdo que levou em consideração a linguagem própria dos programas. Os dois participantes convidavam as suas próprias audiências para ajudá-los na disputa, usando os dispositivos do N85 como câmera de vídeo, foto e aplicativos de internet mobile.
Outro aspecto que também favoreceu a interação do público foram os dias e os horários escolhidos para a veiculação: uma faixa horária em que as pessoas estão em casa consumindo mídias simultâneas – cerca de 1/3 da audiência domiciliar assiste TV enquanto navega pela internet. Então, o que a Channel Planner fez foi tentar potencializar isso ao máximo usando todas as ferramentas digitais disponíveis. O resultado obviamente foi positivo para a Nokia.
Cative seu público defensor
Postado por claudionasajon em Clientes, Marca, Marketing em 14/09/2009
Os defensores são aqueles clientes que gostam tanto da marca que, além de serem fiéis, indicam pra todo mundo. O resultado que eles proporcionam vale mais do que a melhor das campanhas publicitárias.
Por isso, uma boa prática é criar facilitadores para esse pessoal influenciar o meio social em que vive, levando seus amigos até a sua marca.
Veja o que fez a Honda, por exemplo. Sabendo da enorme taxa de fidelidade entre os novos e os antigos consumidores, a Honda passou a utilizar o Facebook, que é um site de relacionamentos semelhante ao Orkut, para conectar os apaixonados pela Honda e aqueles que conhecem alguma pessoa que adora um carro da montadora. Sabe como? Ela lançou uma página exclusiva na rede social, agregando sub-páginas de alguns recém lançamentos, como o Honda Insight, Accord Crosstour, Element entre outros. E para tornar a página ainda mais atrativa, os primeiros usuários que participarem mais ativamente dessa grande comunidade social da Honda, postando, comentando e “espalhando” a ferramenta, poderão ser escolhidos para protagonizar as futuras campanhas publicitárias da marca. Não preciso nem dizer que essa página está fazendo sucesso né?
Mire-se nesse exemplo, que é simples e ao mesmo tempo muito poderoso e crie formas de motivar seu público defensor a divulgar a sua marca.
















